“Dos instrumentos de tortura, das fogueiras, das masmorras, das covas e cavernas da Terra ecoou em seus ouvidos o grito de triunfo dos mártires. Ele ouviu o testemunho dos que ficaram firmes e que, embora despojados, afligidos e atormentados, deram testemunho da fé, de forma destemida e solene, declarando: ‘Sei em quem tenho crido’ (v. 12). Os que, dessa forma, renderam sua vida pela fé declararam ao mundo que Aquele em quem acreditaram era capaz de salvá-los plenamente” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos [CPB, 2021], p. 326).

“É-nos assegurado que os atalaias verão com seus próprios olhos quando o Senhor voltar a Sião. Também é dito que no tempo do fim os sábios entenderão. Quando isso se cumprir, haverá unidade de fé entre todos a quem Deus considera entendidos; pois os que realmente compreendem com correção devem também compreender em união. [...] De considerações como essa torna-se evidente que o estado perfeito da igreja aqui predito está ainda no futuro; logo esses dons não completaram ainda sua obra” (Roswell F. Cottrell, “Introdução”, em Ellen G. White, Primeiros Escritos [CPB, 2022], p. 139).

Perguntas para consideração

1. De acordo com a última citação acima, o que é necessário para que o Espírito Santo traga unidade à igreja de Deus hoje? Qual é a importância, para a unidade da igreja, de aplicar os conselhos dados por meio do dom de profecia?

2. Como você explicaria o ensino bíblico sobre a morte a um amigo que acredita que Paulo e outros cristãos que morreram estão agora no Céu com Cristo?

3. Como podemos compreender a terrível realidade do sofrimento no mundo? Por que o tema do grande conflito nos ajuda a entender tudo isso? Por que é tão importante olhar para Jesus na cruz como a expressão mais plena do amor do Pai e aprender a confiar Nele, mesmo nos piores momentos?

Respostas às perguntas da semana: 1. Paulo esperava ser libertado, mas o mais importante para ele era que Cristo fosse exaltado em sua vida ou em sua morte. 2. Como um pai espiritual, cuidando com carinho, exortando com firmeza e sentindo profunda afeição para com cada pessoa. 3. A guerra é espiritual, e as armas são poderosas em Deus: verdade, fé, obediência e autoridade para destruir o mal. 4. Paulo entendia que viver significava servir a Cristo, e morrer seria estar em paz, aguardando a vitória final. 5. Ele se referia à esperança da ressurreição. Como a morte é um estado de inconsciência, para quem morre não existe espera-o próximo instante será com Cristo. 6. A unidade da igreja depende da verdade e da consagração. Foi isso que Paulo e jesus afirmaram. 7. Quando lutamos juntos pela fé, encontramos coragem. A união nos fortalece diante da oposição. 8. O sofrimento faz parte da vida cristã. Seguir a Cristo envolve renúncia, resistência e fidelidade até o fim.

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